Jacques Morelembaum e o seu Cello Samba Trio arrebatam o Canto 2016

Déborah Gouthier

O encerramento do primeiro fim de semana do Canto 2016, na noite desse domingo (23), trouxe um show que veio para certificar a qualidade musical das atrações da tradicional mostra de música de Pirenópolis: Cello Samba Trio. Felipe Barata, Lula Galvão e o grande Jacques Morelembaum se apresentaram em um Teatro Sebastião Pompeu de Pina lotado e hipnotizado pelo talento dos artistas. Caetano Veloso definiu o grupo como uma “nova voz no mundo” e a plateia compreendeu a razão.

Delcio Gonçalves

Delcio Gonçalves

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Delcio Gonçalves

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A percussão de Barata e o violão de Galvão são a base para a música infinita do cello de Morelembaum, dando vida às canções que conhecemos em Chico Buarque, João Gilberto, João Donato, Tom Jobim, Carlos Lyra, Jacob do Bandolim, Gilberto Gil e tantos outros. O repertório apresentado no Canto 2016 é parte do disco A saudade do futuro, futuro da saudade, mas bem poderia ser um pout pourri do que há de melhor na nossa música brasileira.

Se dizendo inspirado pelas cachoeiras e pelas construções coloniais, o próprio Morelembaum contou que escreveu sua primeira trilha para cinema ainda em 1991, para o filme A República dos Anjos, que conta a história de Santa Dica. Foi então que ele ouviu falar de Pirenópolis e da história da região, o que tornou o encontro desse Canto 2016 ainda mais especial. A plateia que o diga.


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