Força e qualidade da música instrumental de Goiás marcam segundo dia do Canto 2016

Déborah Gouthier

Encanto em cada canto. Esse é o tema do Canto da Primavera 2016 e foi assim que começou a segunda noite da mostra, nessa sexta-feira, 21, com a apresentação do Impact[o] Grupo de percussão. A banda se espalhou pelos quatro cantos do Cine Pireneus e, enquanto o público entrava na sala, era recebido por seus sons marcantes e experimentais.

Crédito: Rafaella Pessoa

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O grupo, que é de Goiânia, trouxe ao Canto 2016 um pouco de seu projeto artístico que envolve novas tecnologias, instrumentos diversificados e o próprio corpo enquanto forma de expressão. E a plateia retribuiu, em um respeitoso e admirado silêncio, seguido por longos aplausos. A segunda apresentação da noite foi do Duo Martins Botelho, que homenageou a música produzida em Goiás com arranjos de canções de antigos compositores goianos.

Crédito: Rafaella Pessoa

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Logo de início, por exemplo, eles apresentaram a obra Orlinda de um compositor pirenopolino, Tonico do Padre, considerada a polca mais antiga do Brasil Central. Martha Martins e Marcos Botelho, ambos professores da UFG, respectivamente munidos por seu piano e trombone, continuaram a trilha pela história musical do Brasil, enchendo o Teatro Sebastião Pompeu de Pina de melodia e emocionando o público com ritmos diversos como modinhas, valsas e até frevos e marchinhas de carnaval. Para o encerramento, eles trouxeram obras de Chiquinha Gonzaga e de Maestro Duda, além de um pedido para que prestigiemos, cada vez mais, a música brasileira.

Voltando ao Cine Pireneus, a terceira apresentação da noite ficou por conta dos músicos Alessandro Borgomanero, Marcos Silveira, Luciano Pontes e David Gardner, que formam o Quarteto Guerra-Peixe de Goiás. O quarteto de cordas – composto por violino, viola e violoncelo – apresentou ao público do Canto 2016 a rica experiência musical de seus componentes, nos palcos, mas também na formação acadêmica de renome.

Crédito: Rafaella Pessoa

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Logo de início, eles deixaram o público emocionado com a interpretação impecável do Quarteto de cordas nº 2, do compositor brasileiro César Guerra Peixe, um dos maiores nomes da música brasileira da geração de compositores pós Villa-Lobos, como explicou Borgomanero. A noite de shows dessa 17ª edição do Canto da Primavera continuou com as apresentações de Diones Correntino e Otávio Soares Brandão.


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